
Os acontecimentos de Soufanieh ocorreram com maior
intensidade entre os anos de 1982 e 1987, portanto, muito
antes da Guerra da Síria. Após isso, ocorreram de modo esporádico até 2017. Este livro do Padre Elias Zahlaoui, que acompanha e cataloga todos os fatos e testemunhos envolvendo os
fenômenos desde o seu início, foi publicado originalmente em
1991. Após essa data, os fenômenos envolvendo Soufanieh
se repetiram em 2001 e 2004, quando as Páscoas ortodoxa
e católica coincidiram. Ocorreram novamente em 2014, em
plena guerra e, por último, em 2017, quando da coincidência
das Páscoas dos ortodoxos, dos católicos e dos judeus.
Mais do que o aspecto formal, ou seja , as datas, o que Jesus e Maria pedem é a união dos corações dos cristãos, única coisa capaz de quebrar o mal e levar a luz e a paz ao mundo.
Mensagem de Cristo, Sábado Santo, 14 de Abril
de 1990
Meus filhos, vocês ensinarão às gerações a palavra
da unidade, do amor e da fé.
Eu estou com vocês.
Mas tu, Minha filha, tu não voltarás a ouvir a Minha
voz até que a festa (da Páscoa) seja unificada.
Mensagem da Virgem no 8 º aniversário do fenômeno, na noite de 26 de Novembro de 1990
Não temas, Minha filha, se te digo que Me vês pela
última vez até que a festa(da Páscoa) seja unificada.
Diz aos Meus filhos:
Querem ver e relembrar os sofrimentos do Meu Filho
em ti, ou não?
Se não lhes custa que tu sofras duas vezes, Eu, Eu sou
uma Mãe, e ver o Meu Filho sofrer muitas vezes.
Fica em paz, fica em paz Minha filha.
Vem para que Ele te dê a paz, a fim de que tu possas
anunciá-la aos homens.
Quanto ao óleo continuará a manifestar–se nas tuas
mãos para glória do Meu Filho Jesus, quando Ele quiser e
aonde quer que tu vás.
Na realidade, Nós estamos contigo e com todos os que
desejarem que a Festa (da Páscoa) seja unificada.
E assim explica o Padre Elias Zahlaoui o principal pedido de Jesus e de Maria:
“Agora, vamos ao pedido de Jesus e de Maria que, ao
nível da unidade, se relaciona com os homens. A Virgem e
Jesus, no decurso das duas mensagens seguintes, parecem
reduzir ao mínimo absoluto a sua exigência de unidade. No
Sábado Santo, 14 de abril de 1990, depois de ter dito: Meus
filhos, vocês ensinarão às gerações A PALAVRA da unidade, do amor e da fé, Jesus dirá à Myrna: Eu estou com vocês. Mas você, minha filha, não ouvirá minha voz até que
a festa (da Páscoa) seja unificada. Por oito anos, Jesus pediu unidade. Agora, parece que Ele está reduzido a apenas reivindicar a unidade da Festa, que é a Páscoa. “Vocês não me deram a unidade, pelo menos me deem a unidade da Festa … Pelo menos. Pois a verdadeira unidade, a unidade profunda, não é sua obra”. Mas a unificação da Festa pode ser, pois, aliás, ela já foi realizada aqui e ali, no Oriente Médio.
E logo depois, em 26 de novembro de 1990, Nossa Senhora disse exatamente isto à Myrna: Não tenhas medo, minha filha, se eu te disser que esta é a última vez que tu me verás, até que a festa (da Páscoa) seja unificada. Dir-se-ia que o
Senhor pediu, pediu, pediu. Finalmente, Ele viu que não havia
resposta. Então Ele disse: “Bom. Pelo menos faça-me a caridade, dê-me a esmola da festa unificada, que é a festa da Páscoa”.
