Maria Passa a Frente Padre Marcelo Rossi O inimigo pode até tentar Mas nunca vai te derrubar Você pode até cair Mas logo vai se levantar
Quem tem Maria como mãe Tem sempre o amor de Jesus Se sua fé prevalecer Pra sempre vai te atender Vou me entregar Vou confiar no amor Jesus Pode acreditar, Deus é maior Deus é maior
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz Maria passa à frente
O inimigo pode até tentar Mas nunca vai te derrubar Você pode até cair Mas logo vai se levantar
Quem tem Maria como mãe Tem sempre o amor de Jesus Se sua fé prevalecer Pra sempre vai te atender Vou me entregar Vou confiar no amor Jesus Pode acreditar, Deus é maior Deus é maior
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz
Maria passa à frente Pisa na cabeça da serpente Intercede junto a Jesus Cruz Sagrada, seja minha luz Maria passa à frente
Ó Maria imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, aqui tendes prostrado diante da vossa milagrosa imagem o Brasil, que vem de novo consagrar-se à vossa maternal proteção.
Escolhendo-vos por especial padroeira e advogada da nossa pátria, nós queremos que ela seja inteiramente vossa.
Vossa a sua natureza sem par, vossas as suas riquezas, vossos os campos e as montanhas, os vales e os rios, vossa a sociedade, vossos os lares e seus habitantes, com os seus corações e tudo que eles têm e possuem; vosso, enfim, é todo o Brasil.
Sim, ó Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!
Por vossa intercessão, temos recebido todos os bens das mãos de Deus, e todos os bens esperamos receber, ainda e sempre, por vossa intercessão.
Abençoai, pois, o Brasil que vos ama, abençoai o Brasil que vos agradece, abençoai o Brasil que é vosso.
Abençoai, ó Rainha de amor e misericórdia, abençoai, defendei, salvai o vosso Brasil!
Protegei a Santa Igreja, preservai a nossa fé, defendei o Santo Padre, assisti os nossos Bispos. Santificai o nosso clero, socorrei as nossas famílias, amparai o nosso povo, esclarecei o nosso governo, guiai a nossa gente no caminho do céu e da felicidade.
Ó Senhora da Conceição Aparecida! Lembrai-vos de que somos e queremos ser vossos vassalos e súditos fiéis. Mas lembrai-vos também de que somos e queremos ser vossos filhos. Mostrai, pois, ante o céu e a terra que sois a padroeira poderosa do Brasil e a Mãe querida de todo o povo brasileiro.
Sim, ó Rainha do Brasil, ó Mãe de todos os brasileiros, venha sempre mais a nós o vosso reino de amor, e por vossa mediação venha à nossa pátria o reino de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso! Amém.
___________ Fonte: O meu Devocionário, Edições Paulinas, Porto Alegre, 1963. Páginas 226 a 231.
Soufanieh não está distante. sua mensagem é presente e atualíssima. O Padre Elias Zahlaoui, desenvolveu este profundo comentário à mensagem de 21.02.1983, publicada no post anterior. O transcrevemos em razão de sua atualidade, hoje em 2021, para uma mundo que perdeu o sentido de Deus, um mundo mergulhado na divisão de uns contra os outros. Para isso Nossa Senhora pede que perdoemos. Ao mesmo tempo Ela nos ensina uma oração que devemos guardar no coração: “Deus me salva, Jesus me ilumina, o Espírito Santo é a minha vida, por isso nada temo“. Como diz o Padre Elias esta é “a forma como a Virgem pede aos seus filhos que coloquem esta ideia em mente: Deus”. Não devemos ter medo de nada, pois Ele está conosco. Quão importante isso em tempos de medo da morte e da violência. E, por fim, a Virgem nos lembra, o que esquecemos mergulhados que estamos nos afazeres e nas vidas virtuais propiciadas pela tecnologia: “Diz a todos que aumentem suas orações porque eles precisam da oração para apelar ao Pai“.
os grifos são nossos:
“Chego agora à terceira mensagem, que completa a segunda. Esta terceira mensagem foi dada logo depois que a imagem foi trazida para casa dessa forma enigmática. Nicolas entrou em confronto com os dois sacerdotes que a trouxeram. Ele lhes disse: “Mas o que ela fez, a Virgem, para ser trazida de volta para aqui? É indigno”. Houve uma violenta altercação. Então, os dois padres se retiraram. Mas, nesse ínterim, o padre Malouli tinha chegado à casa. Ouvindo vozes altas na sala de estar, ele ficou no pátio. Quando os dois padres partiram, Nicolas lhe contou o que acontecera. Então ele pediu a Nicolas que lhe permitisse orar com Myrna na frente do ícone. Eles recitaram uma dezena do rosário. Em seguida, o Padre Malouli fez esta oração no seu coração, que só mais tarde revelou: “Virgem Maria, nos ilumina para que não cometamos erros que comprometam o teu plano”. Pouco depois, ele vê Myrna saindo. Ele termina sua oração e vai embora. Eles lhe dizem: “Ela está no terraço”. Ele sobe e a vê de joelhos. Em torno dela, a família.
E, de repente, ele a ouve dizer algumas palavras, o seu ar é de quem ouve e apenas repete. A mensagem foi transmitida em árabe dialetal e consistia em duas partes distintas. A primeira, nós a dissecamos por pelo menos dois anos. Seu teor era obviamente severo. A mensagem dizia: Meus filhos. Vejam, sempre esta palavra: Meus filhos, isto é entre nós. Como uma mãe que está aqui para conversar com os filhos. Eu estou de volta. Não insultem os altivos que são desprovidos de humildade. A pessoa humilde anseia pelas observações dos outros para corrigir as suas falhas. Enquanto o orgulhoso corrompido, subestima, se revolta, torna-se hostil. O perdão é a melhor coisa. Por mais que sejamos caridosos, que tentemos ser verdadeiramente caridosos e compreensivos, não poderíamos deixar de ver nessas palavras uma reprovação amarga. Mas também vemos um belo convite da Virgem para não se rebelar, para não atacar, para não acusar, para perdoar. Todo aquele que afirma ser puro e amável diante dos homens é impuro diante de Deus. Esta é a primeira passagem, que conseguimos compreender nesses dois anos.
A segunda passagem é toda uma regra de vida, sempre dita em árabe dialetal: Eu lhes peço. Isto é dito em árabe, o que deixa aquele que lê o texto um tanto confuso diante da Virgem. Porque a Virgem parece implorar aos seus filhos algo que Ela gostaria que fizessem: tenho um pedido para vocês. Parece um inferior pedindo ao seu superior. Uma palavra que vocês gravarão na memória, que repetirão sempre: “Deus me salva, Jesus me ilumina, o Espírito Santo é a minha vida, por isso nada temo. Não é isso, meu filho Joseph?”
Existem duas coisas extraordinárias aqui. Em primeiro lugar, a forma como a Virgem pede aos seus filhos que coloquem esta ideia em mente: Deus. Não tenham medo dos homens. É Deus quem é a Vida, a Luz. Não tenham medo de ninguém que não seja Ele: Ele é a salvação. E, portanto, não se esqueçam Dele. E a segunda: não é isso, meu filho Joseph? Isso ocorreu na mesma manhã em que fui proibido de continuar indo a Soufanieh. Uma autoridade religiosa superior havia me notificado pessoalmente. Correram boatos de que o governo tinha me usado para “aproveitar a onda de Soufanieh” , ou seja, para distrair as pessoas dos problemas do país! Era preciso muita imaginação para isso! Eu aceitei esta ordem com o coração ao mesmo tempo em paz e ferido. E avisei à Myrna, a Nicolas e ao meu colega padre Joseph Malouli que não voltaria mais à Soufanieh. Então, naquela noite, quando Nossa Senhora disse ao Padre Malouli: Não é isso, meu filho Joseph? O padre Malouli se sentiu responsável de uma forma que o vinculou para sempre a Soufanieh.
Eu considero que esta mensagem dirigida ao Padre Malouli foi um ponto de guinada em todo o fenômeno. Porque o Padre Malouli é um padre que vive em Damasco desde 1940. Sem qualquer suspeita. Um homem de uma integridade e justiça como eu, francamente, nunca vi antes. E um homem idoso. Ele não poderia ser acusado de ter uma tal afeição especial por Myrna, como me foi sugerido. Além disso, por temperamento e formação, o padre Malouli sempre foi alérgico ao maravilhoso. Ele é conhecido por ter combatido ferozmente as muitas manifestações “fantásticas” que ocorreram em Damasco desde 1940.
Por outro lado, embora o conhecesse antes, percebi depois que, do ponto de vista da formação teológica, o Padre Malouli estava cem côvados à minha frente. Realmente. Finalmente, ele tem um dom de que eu estou privado. Por causa da minha memória muito poderosa, eu não escrevi nada, memorizei tudo ou pensei ter feito. Mas não percebi que se tivesse me contentado em memorizar tudo assim, depois de um tempo eu teria perdido muita coisa sobre Soufanieh. O Padre Malouli, desde o primeiro minuto, teve o cuidado de anotar tudo. Tudo. Até os segundos. Tanto que conseguiu montar um dossiê do qual nos disse um professor de psicanálise, que trabalha na Bélgica, na Alemanha e nos Estados Unidos: “Eu apresentei o dossiê elaborado pelo padre Malouli como sendo o melhor dossiê científico que eu já tive em mãos”. Graças às anotações que ele fazia dia a dia, minuto a minuto, segundo a segundo, algo em que eu nunca teria pensado. Ou talvez eu tivesse pensado nisso depois de alguns meses, mas teria perdido muitas coisas.
Portanto, a minha partida foi benéfica para Soufanieh, porque permitiu a presença do Padre Malouli, que é um sacerdote verdadeiramente excepcional. E a Virgem, aqui, lhe perguntando através da mensagem: Não é isso, meu filho Joseph? lhe permitiu compreender algo que não entendíamos naquela altura e que depois nos explicou, revelando-nos a oração que fizera no coração, pouco antes desta mensagem de Maria.
Portanto, foi a mensagem de 21 de fevereiro de 1983 que realmente prendeu o padre Malouli a Soufanieh. E sua presença em Soufanieh foi decisiva. Vou dar um exemplo. Em 1984, estive em Boston, nos Estados Unidos, com um amigo de Damasco, Antoine Horanieh, doutor em farmacologia. Passei dois dias com ele. E na primeira noite ele convidou um grupo de amigos de Damasco. Jovens emigrantes, infelizmente, que se estabeleceram nos Estados Unidos. Eles passaram a noite toda, até as duas da manhã, me ouvindo falar sobre Soufanieh. Eles estavam lá para ouvir como crianças. Em um ponto durante a palestra, um deles, que eu não conheci em Damasco mas que fora aluno do Padre Malouli, me perguntou: “Padre, existem outros Padres além de você?” Eu compreendi. Diante de tais fatos, por mais que confiemos em quem os conta, às vezes podemos nos perguntar: “Mas ele não está exagerando? Ele não está derrapando? O que ele está nos dizendo?” Então eu entendi e lhe disse: “Sim, o Padre Malouli”. Ele então teve uma reação espontânea muito clara: “Bem, se é o Padre Malouli, acabou!” Ou seja, não há mais dúvidas.
Suportem e perdoem. Novamente o perdão. Vocês suportam muito menos do que suportou o Pai. A palavra Pai, em árabe, “El Ab”, é Deus Pai. Na época, não entendíamos. Só mais tarde, por meio de outras mensagens, entendemos que a Virgem dizia, como em outras aparições, La Salette, Medjugorje: “O braço do Pai começa a pesar muito e eu tenho dificuldades em retê-lo”. Isso foi dito. Ora, em uma das mensagens, em 18 de agosto de 1989, a Santíssima Virgem disse à Myrna: Diz a todos que aumentem suas orações porque eles precisam da oração para apelar ao Pai.
E Ela nos fez entender, em 21 de fevereiro de 1983, que o Pai está suportando muito. E tudo o que toleramos não é nada comparado com o que Ele suporta por nossa causa. Isso nos traz diretamente de volta à mensagem de La Salette, à mensagem de Lourdes, à mensagem de Medjugorje e em todos os lugares: o Senhor que nos convida à oração. E, no dia 26 de novembro de 1985, sem explicar o que foi dito pela Virgem, ou o que foi dito em filigranas mas que Ela explicou depois, Jesus disse à Myrna: Vai à terra onde a corrupção se espalhou e esteja na paz de Deus. A generalização da corrupção sugere, portanto, que o bom Deus não está feliz. ” (Lembra-vos de Deus, livro disponível para download abaixo).
O Bispo G. HAFOURY nasceu em Damasco em 1916. Ele obteve o doutorado em direito canônico em Roma, em 1960. Foi eleito bispo dos católicos sírios em Hassaké, 1000 km a nordeste de Damasco, em 1982. Em 1997 ele renunciou e retornou a Damasco, onde continua serenamente seus serviços como pastor e autor. Suas posições em relação à Soufanieh vão desde a irônica hostilidade até a serena e resolutamente radiante adesão. Ele foi o primeiro líder de toda a Igreja Oriental a publicar o primeiro artigo sobre Soufanieh, em uma revista ocidental, neste caso “Stella Maris”, publicada na Suíça, na edição de outubro de 1986. Ele tomou uma posição claramente favorável no mesmo. Não foi o único artigo que ele publicou sobre Soufanieh em “Stella Maris”, bem como em outras revistas de língua francesa. Em 15/12/86 o Bispo HAFOURY veio à Soufanieh para rezar no meio da multidão e não hesitou, emocionado até as lágrimas, em permitir ser entrevistado por mim, reconhecendo Soufanieh como uma intervenção divina. Esta entrevista foi gravada em vídeo. Mais tarde, o bispo HAFOURY foi solicitado pelo proprietário da “Stella Maris”, André CASTELLA, a escrever uma oração à Nossa Senhora de Soufanieh. Foi publicada no verso da imagem de Nossa Senhora de Soufanieh, para ser distribuída em milhares de exemplares. Acho muito significativo reproduzir esta oração:
ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DE SOUFANIEH: FONTE DO ÓLEO SANTO
Através das nuvens escuras que se acumulam sobre nossa terra, filialmente levantamos nossos olhos para Ti, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Quanto mais os filhos se afastam de Teu Divino Filho, mais Tu desces do Céu para Te manifestares a eles; mais do que isso, lágrimas fluem de Teus olhos a fim de tocar seus corações. Boa Mãe, faz com que escutemos teus apelos. Boa Mãe, faz com que apreciemos Tuas santas lágrimas. A teu amor maternal, concede-nos que possamos responder com um amor verdadeiramente filial. O céu está ficando escuro. A tempestade está prestes a irromper. Ó Maria, nossa Mãe e nossa esperança, Fonte do Óleo Santo, dá-nos um pouco do Teu Óleo, para que nossas lâmpadas não se apaguem. Amém. »
Fonte: Soufanieh na Síria e no Mundo: Padre Elias Zahlaoui (link abaixo)
é o nome de um modesto bairro de Damasco, localizado do lado externo das muralhas da cidade ao norte, perto da entrada chamada “Porta de Tomé”. Neste bairro há uma antiga casa árabe, habitada pela família Nazzour. Lá, na manhã de sábado, 27 de novembro de 1982, um óleo odorífero começou a fluir de uma pequena imagem da Virgem Maria carregando o Menino Jesus. A imagem mede 8×6 cm. É uma reprodução do famoso ícone conhecido como “Nossa Senhora de Kazan”.
Continuidade
1 – Exsudação de óleo
O óleo apareceu pela primeira vez nas mãos da recentemente casada, a jovem Myrna, que foi rezar com várias outras mulheres por Leila, a irmã de seu marido Nicolas. Leila estava na cama. Isto ocorreu na segunda-feira, 22 de novembro de 1982. O óleo reapareceu em suas mãos na quinta-feira, 25 de novembro, quando ela rezou junto à sua mãe doente. Myrna respondeu aos desejos de sua cunhada e de sua própria sogra e ungiu com o óleo a parte sofredora de seus corpos. Imediatamente, as duas mulheres foram curadas de suas dores. Quanto ao óleo exsudado da imagem, Nicolas, um ortodoxo grego, julgou necessário notificar o Patriarcado Ortodoxo. Imediatamente chegaram Mons. Boulos PANDELI, Vigário Patriarcal, e dois jovens padres: o padre ABOU ZAKHM e o padre Georges GILO. Seguiu-se uma afluência ininterrupta de uma multidão considerável, de todas as filiações religiosas e denominacionais. As motivações dos visitantes eram numerosas. Mas a atmosfera era de oração. Esta oração permanece intensa, simples e totalmente gratuita até o dia de hoje. Quanto aos visitantes, eles vieram primeiro de Damasco, depois lentamente o círculo se ampliou para se estender ao mundo inteiro.
Com o tempo, o óleo se manifestou e, às vezes, chegou a escorrer de centenas de reproduções da imagem original, que acabamos chamando de “Nossa Senhora de Soufanieh”, em referência ao nome do bairro onde a Santíssima Virgem escolheu para morar. É sob este nome que agora é conhecido em todo o mundo. A partir de 28 de outubro de 1983, o óleo começou a aparecer no rosto, pescoço e das mãos de Myrna, em momentos de total ausência do mundo, um estado que nós chamamos de êxtase. Isso aconteceu com ela muitas vezes. Durante um desses êxtases, na festa da Ascensão, em 31 de maio de 1984, o óleo escorreu de seus olhos. Mais tarde, descobriu-se que Myrna estava propensa à exsudação de óleo de seus olhos sempre que ela tinha que ver Jesus no curso do êxtase.
Uma questão aqui se coloca: O óleo já foi examinado?
Em primeiro lugar, o óleo que fluía do ícone: foi analisado nos laboratórios do Centro de Pesquisa em Damasco, em 1985, e depois na Alemanha (ocidental na época) em 1986, depois em Paris e Roma. Sobre o óleo que fluía dos olhos de Myrna foi o Padre Jean-Claude DARRIGAULD, que o mandou examinar na Alemanha em 1986, sem indicar nenhuma origem. Todos os resultados foram os mesmos: é um azeite de oliva puro em cem por cento. Resta esclarecer o simbolismo do óleo, um simbolismo que é muito rico na história do Oriente Antigo. O óleo simboliza a luz, os alimentos, cura, paz, luta, unção espiritual. Na cristandade, o óleo é o símbolo do Espírito Santo.
Intensidade da oração
Em Soufanieh, a oração continua sendo a pedra angular deste fenômeno espiritual, celebrado com simplicidade, espontaneidade e gratuidade. No início, as pessoas em oração se entregavam às suas emoções, invocações e canções. Toda a sua atitude irradiava a alegria de se encontrarem perto daquela que eles consideravam como “sua Mãe”, qualquer que fosse sua filiação cristã ou religiosa ou ideológica. Lentamente, a oração foi se organizando, de acordo com momentos precisos. E sem perder a espontaneidade ela se apoia sobre livros litúrgicos, sustentada também por canções conhecidas ou compostas por poetas inspirados pelo próprio fenômeno. Hoje muitas canções à Nossa Senhora de Soufanieh estão espalhadas pelo mundo. (extraído do Livro Soufanieh na Síria e no Mundo, do Padre Elias Zahlaoui, disponivel abaixo).
Em 1987, no Líbano, Jesus transmite uma mensagem através de Myrna e ensina a oração abaixo a qual se assemelha à ensinada à Santa Faustina no Terço da Misericórdia. Diante da aflição e do sofrimentos digamos o que Ele mesmo nos ensinou e indicou para chegarmos ao coração do Pai:
Mensagem do Cristo em 22 de julho de 1987 (em Màad, no Líbano):
“Não temas, minha filha, em ti eu educarei minha geração.
E se orares diz: Ó Pai, pelos méritos das feridas
de Teu Filho, salva-nos.“
Ó Pai, pelos méritos das feridas de Teu Filho, salva-nos.